1 / 8

Panorama

As invariantes de quem constrói em cima

Do seu código à resposta

A tese desta página: dá para integrar um LLM sem entender um único peso desde que se respeite meia dúzia de invariantes. Elas não são opinião nem boa prática: são propriedades do mecanismo, e valem para qualquer provedor e qualquer modelo. As outras páginas da série explicam como o modelo funciona por dentro. Esta explica o que dá para assumir de fora, que é a pergunta de quem tem código em produção. Cada etapa é um axioma, o bug que ele explica, e a conta que prova.

Os seis, e o sintoma de cada um

Explore cada etapa →

As contas, num só lugar

As 4 contas desta página. Clique em qualquer uma para pular direto para a etapa que a explica.

Honestidade, antes de começar: esta é a única página da série que não roda inferência nenhuma. Ela não chama API, não carrega modelo e não gera resposta de LLM mostra a requisição, que é o objeto sobre o qual você tem controle, e as consequências de cada axioma sobre ela. O que roda de verdade: a serialização da requisição, a conta quadrática da conversa, o prefixo comum caractere a caractere, o relógio do seu navegador, a amostragem repetida e a aritmética da janela. Na etapa 3 roda um gerador de trigramas de verdade, treinado no corpus que está na própria página ele é ridiculamente mais burro que um LLM, e é exatamente por isso que serve: ele tem o mesmo mecanismo de "escolher a próxima palavra" e nenhum mecanismo de verificação, que é o ponto do axioma. A contagem de tokens é aproximada (~4 caracteres por token); token de verdade depende do tokenizador do modelo, e onde isso importa a página avisa.