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Panorama

O contexto virou o recurso escasso

Do dado grande à resposta

A tese desta página: quando o dado não cabe no prompt, a saída não é resumir é não carregar. O Recursive Language Model inverte a relação: o modelo principal nunca vê o dado, ele escreve código que vê, e delega os pedaços caros a cópias de si mesmo rodando em paralelo. O que ele compra com isso é comprimento coerente de trabalho. O que ele paga é fatura total e tempo de parede. As duas coisas estão medidas aqui, e a página inteira serve para separar uma da outra porque confundi-las é o erro mais comum de quem lê "reduz contexto" como "reduz custo".

As quatro decisões de projeto

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As contas, num só lugar

As 4 contas desta página. Clique em qualquer uma para pular direto para a etapa que a explica.

Honestidade, antes de começar: esta página não roda modelo nenhum nem principal, nem sub-LLM. Ela é sobre andaime, não sobre pesos. O que roda de verdade: o corpus de 6.000 linhas gerado aqui, o REPL (tamanho, fatia, contagem, filtro) operando sobre a string inteira com a saída cortada no teto, a divisão em blocos com sobreposição conferida contra a varredura completa, a contabilidade de tokens dos dois caminhos, o Monte Carlo da cópia literal, a conta de ponto de virada e o qN do fan-out. O que é declarado e não medido: o "sub-LLM" das etapas 4 e 5 é um contador determinístico e um modelo de erro por caractere um sub-LLM de verdade erraria mais, nunca menos, e é justamente disso que trata a etapa 7. Os resultados experimentais citados na etapa 6 são do artigo da Prime Intellect (jan/2026) sobre o RLM de Alex Zhang (out/2025), e estão marcados como citados em vez de medidos.